quinta-feira, 13 de junho de 2013

A Renovação Carismática Católica estará promovendo a promoção de Pizza no valor de R$ 15,00 – Para adquirir a sua procure um membro do grupo ou no escritório paroquial.





LOCAL: Salão Paroquial
Data: 16/06/2013 às 09:00

SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO

No dia 11/06/2013 tivemos o primeiro dia do Seminário de Vida no Espírito de 2013, contamos com a presença do Pregador Pedrinho de Siqueira Campos que abordou o tema Amor de Deus, foi uma noite abençoada onde nos sentimos filhos muito amados por Deus.

























sábado, 8 de junho de 2013

"Ó minha celeste Rainha, ó minha divina Mãe, vivei e reinai no meu coração, para aí fazerdes viver e reinar o Coração de Jesus. Afastai do meu coração tudo o que pode desagradar ao vosso divino Filho. Vos suplico, fazei o meu coração semelhante ao vosso, no conhecimento, amor e imitação cada vez mais perfeitos de Jesus, vosso Filho; e que dia a dia me mostre o caminho para ser digno discípulo e perfeito cristão(ã) . Amém!"

Ave-Maria...


Santo e abençoado dia dedicado ao Imaculado Coração de Maria"

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A liturgia deste dia em que celebramos o "Sagrado Coração de Jesus"  traz a figura do "Bom Pastor" e leva-nos a refletir:



"Dizer que Deus é o “bom pastor” implica falar de um Deus com o coração cheio de amor, que em todos os instantes está presente nos caminhos da nossa história, luta ao nosso lado contra tudo o que oprime e escraviza, aponta horizontes de esperança àqueles que andam perdidos, cuida de todos aqueles que a vida magoou e feriu, oferece a todos a vida e a salvação. Neste dia do Coração de Jesus, somos convidados a contemplar o amor e a ternura do Pastor/Deus que se derramam sobre todos os homens e, de forma especial, sobre os  oprimidos, os excluídos, os abatidos pelas dores do corpo e da alma.
A imagem do “bom pastor” é posta, [..] em contraste com os “maus pastores” (os líderes), os quais, procurando apenas “apascentar-se a si próprios”, conduziram o Povo e a nação por caminhos de egoísmo e de morte… Convida-nos a não colocar a nossa esperança e a nossa segurança em mãos humanas, pois só Deus é o “bom pastor” em quem podemos encontrar a vida em plenitude.
Há aqui, também, um convite implícito a todos aqueles que têm responsabilidades na sociedade, na Igreja, na comunidade: que o serviço da autoridade seja exercido com solicitude e amor, não para nos servirmos a nós próprios, mas para servirmos os irmãos que Deus nos confiou. Que nos nossos gestos não haja egoísmo e prepotência, mas sim a presença efetiva e concreta do amor de Deus." (Dehonianos)
OREMOS ASSIM:

"Sagrado Coração de Jesus fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!" Amém.
AVISOS PAROQUIAIS

o   Dia 08 de Junho – Sábado – Formação das Catequistas, ás 14:00 horas.
o   Dia 08 de Junho – Sábado – Reunião com os pais dos novos coroinhas, para iniciarmos a formação, ás 17:00 horas.
o   Dia 09 de Junho – Domingo – Louvor do Grupo de Jovens, ás 20:00 horas na Igreja Matriz.
o   Dia 10 de Junho – Segunda – Feira – Louvor na Capela Nossa Senhora do Carmo – Asa Branca – ás 20:00 horas.
o   Dia 11 de Junho – Terça – Feira – Inicia-se o Seminário de Vida no Espírito Santo, ás 20:00 horas, com o pregador Pedrinho de Siqueira Campos. Tema; Amor de Deus.
o   Dia 12 de Junho – Quarta – Feira – Benção dos Pães de Santo Antônio na missa das 15:00 horas.
o   Dia 16 de Junho – Domingo – Batizados os interessados entrar em contato no escritório paroquial.
o   Dia 16 de Junho – Domingo – A Renovação Carismática Católica estará promovendo a promoção de Pizza no valor de R$ 15,00 – Para adquirir a sua procure um membro do grupo ou no escritório paroquial.

o   Dia 27 de Junho – Quinta – Feira - O escritório paroquial não terá expediente, os secretários estarão em encontro Diocesano Decanal.

sexta-feira, 17 de maio de 2013


EVANGELHO DA SEMANA



Solenidade de Pentecostes

“O Espírito e a Comunidade Humana” Jô 20,19-23

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

COMENTO:

A festa de pentecostes no calendário judaico é a festa das colheitas celebrada cinqüenta dias depois da páscoa, que recebeu o nome pentecostes a partir da dominação grega. É a festa em que celebra a colheita dos frutos da terra e se rende ação de graças a Deus por tais frutos. Para nós, é a solenidade em que colhemos os frutos da presença do Espírito Santo na comunidade Igreja. Frutos que a cada ano renova as disposições de cada ser humano e os impulsiona a uma nova maneira de construir o Reino. Celebrar o Pentecostes é celebrar a dinamicidade da nossa fé, de nossa maneira de ser Igreja participando da colheita dos dons que o Espírito disponibiliza de forma sempre nova na Igreja de Cristo.
O Evangelho de hoje nos apresenta uma comunidade humana vivendo sua humanidade de forma fecunda para nossa reflexão. As portas estavam fechadas por medo dos judeus. Uma situação humana de medo, de angústia e de auto-proteção. Estavam com medo, mas estavam reunidos para se proteger. Mesmo nas situações difíceis, a comunidade nos fortalece, nos protege e nos faz sentir seguro. Esta comunidade é a Igreja nascente que com um gesto humano tem algo importante a nos ensinar.
Nós vivemos uma época onde as pessoas tendem a se isolarem umas das outras e cada um vive seu problema de forma individual. O medo, a angústia, as incertezas são realidades que todo o ser humano precisa enfrentar. O Evangelista coloca a comunidade aflita, mas reunida para nos dizer que ela é importante principalmente nesses momentos difíceis. É na comunidade que comunicamos com os outros, que partilhamos nossas angústias e é na comunidade que encontraremos uma luz para nossa dificuldade. Portanto, o isolamento não é querido pelo Evangelho, mas o envolvimento da comunidade diante do mesmo problema.
A comunidade é onde todos se colocarão diante de uma situação e onde todos se unirão para superá-la. Minha mãe sempre dizia que várias cabeças pensam melhor que uma. É por isso que devemos nos envolver com uma comunidade porque ela é o lugar onde superaremos as dificuldades, é onde comunicaremos nossas angústias e seremos sustentados pelas amizades e apoio dos que às vezes vivem a mesma situação que nós. Na comunidade o problema se torna menor. Se não temos uma comunidade, se não estou engajado em uma pastoral ou movimento, se não participo em nada que minha comunidade oferece, é hora de refletir. O Evangelho nos indica.
A comunidade Igreja está reunida em dificuldade e é nela que Jesus se apresenta. O Evangelista fala que Jesus veio e se colocou no meio deles. Não apareceu e desapareceu como um fantasma, mas se aproximou para falar com eles, com a comunidade. Isso tem um sentido muito profundo para o Evangelista porque indica que Jesus sempre está presente na vida da Igreja em todos os momentos. Não é uma realidade que aparece e desaparece, mas  uma presença fecunda que se manifesta nos momentos mais cruciais da nossa história para nos falar e comunicar o que precisamos.
A Eucaristia é uma forma profunda dessa presença, a proclamação da Palavra também. Os sacramentos e a celebração da Santa missa indicam uma presença constante e fortalecedora como propõe o Evangelho. Tudo o que fazemos como comunidade e como Igreja, fazemos na presença de Jesus que se manifesta de forma tranqüila e vivificadora. “Onde um ou dois estiverem reunidos em meu nome ai estarei”(Mt 18,20). Vale a pena se orientar nesse sentido lendo (Jô 15, 7-17).
A presença de Jesus dentro da comunidade traz consigo uma missão para a mesma. São quatro aspectos que ele transmite, a saber: a paz, a missão, o Espírito Santo e o poder de perdoar o pecado.
A paz que Jesus transmite não é uma paz que acomoda e que isola a pessoa dos conflitos. É uma paz que impulsiona a sair, a abrir as portas que estão fechadas e enfrentar os problemas da vida. Uma paz que não descarta o sofrimento, mas o incorpora a situação humana e busca forças para viver essa realidade. Tanto que após transmitir a paz Jesus mostra as mãos e o lado, suas feridas causada pela falta de amor da humanidade. Depois de mostrar esta realidade confirma a paz novamente.
A paz de Jesus não nos isenta das feridas e das dificuldades, mas brota da certeza de sua presença. Presença esta que se dá não de forma individual, mas na comunidade. É na comunidade que devemos buscar a paz porque foi para ela que Jesus a deu. Mesmo que eu tenha de enfrentar os desafios de sentir essa paz, é lá que colherei os frutos dessa realidade transmitida por Jesus. O principal fruto é a alegria para aqueles que experimentam essa paz.
Jesus também transmite para a comunidade uma missão. Envia todos da mesma forma que o Pai lhe enviou. No Evangelho de João vemos Jesus falando que ele e o Pai são um (Jo 10,30). Da mesma forma que o Pai lhe enviou a fazer sua vontade, nós como comunidade somos enviados para fazer a vontade de Jesus. Nosso desafio é fazer a pergunta: qual a vontade de Jesus? Não é difícil descobrir o que Jesus nos pede. O amor, o perdão, a misericórdia e muitas outras coisas. Essa realidade é muito forte no Evangelho de João. É assim que somos chamados a viver.
Todos nós como Igreja temos uma missão e as vezes estamos cumprindo. Mesmo assim precisamos fazer a pergunta: o que fazemos é o que Jesus nos pede? Se nossas ações estão cheias de intenções individuais, se estão cheias de objetivos tendenciosos. Se penso mais a partir das minhas concepções do que da necessidade da comunidade ou das disposições do Evangelho, não estou sendo uma extensão de Jesus e estou sendo missionário de mim mesmo, não obedecendo o que Jesus nos pede no Evangelho de hoje. Somos enviados a ser como Jesus, reflitamos sobre isso.
Jesus também transmite o Espírito Santo por intermédio do sopro. Faz uma alusão do primeiro ato criador de Deus para com a humanidade soprando sobre a comunidade (Gn 2,7). Jesus é quem por intermédio do Espírito Santo recria a humanidade dando a ela uma nova perspectiva de vida. É o Espírito que vindo sobre a comunidade a fortalece e a impulsiona a abrir as portas e ver o mundo diferente.
O Espírito Santo é transmitido para a comunidade de forma coletiva, mas atinge cada ser humano de forma individual. É Ele que vai dinamizar cada potencialidade e levar ao enfrentamento das dificuldades. A comunidade é feita de pessoas e cada pessoa tem sua característica própria. O Espírito vai agir nessa característica e vai renovar o ânimo para que esse dom seja posto em favor da humanidade. O Espírito transmite, ele não resolve os problemas da humanidade por si mesmo, mas leva a humanidade a potencializar aquilo que já possui para o bem de todos. O Espírito com a ajuda da comunidade humana modifica todas as coisas mesmo que aos nossos olhos tudo pareça perdido. É assim que Deus age, é assim que o Evangelho nos orienta.
Por fim, Jesus transmite o poder de perdoar os pecados. Algo que no Antigo Testamento era reservado a Deus, aqui a comunidade é revestida desse poder. O poder de perdoar os pecados é um verdadeiro assombro que perturba a comunidade humana (Mc 2,7). Nenhum outro poder é transmitido, mas o de perdoar.
O perdão é uma realidade que deve ser vivenciado na comunidade. Às vezes somos chamados a perdoar a nós mesmos, mas o apelo do Evangelho é que exerçamos também esse poder na comunidade. Em comunidade. Perdoa-se uns aos outros e assim o poder é vivenciado. O pecado é a realidade que mais fere a humanidade em sua dignidade. O pecado destrói todo tipo de comunidade e temos o poder para superar isso. “Errar é humano, perdoar é preciso” nos ensina o compositor e guitarrista jamaicano Bob Marley. Precisamos perdoar porque foi uma missão que recebemos e é o único poder que Jesus nos dá. Poder de mudar o mundo, mudar nossa vida com o perdão.
A função de Igreja é criar condições para que o Espírito entre no coração das pessoas, das comunidades e assim fazer com que o pecado deixe de existir. Os pecados serão perdoados ou serão retidos se a comunidade, se a Igreja  cumprir ou não cumprir a missão dada por Jesus.
Enfim, vivenciar o pentecostes é se abrir para o Espírito de forma individual e coletiva. É ser disponível para que Deus possa agir no mundo por intermédio de nós. É colher os frutos dessa solenidade e ao mesmo tempo deixar a humanidade usufruir desse fruto que o Espírito nos traz. É o que Jesus espera de nós, por isso, comunicou o Espírito para que fiquemos juntos e abramos as portas para os outros.

Boa semana a todos
Padre Reginaldo Antonio Ghergolet

sexta-feira, 10 de maio de 2013


EVANGELHO DA SEMANA


“Plena comunhão com Deus” Lc 24,46-53

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
46“Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.
48Vós sereis testemunhas de tudo isso. 49Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”.
50Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. 51Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu. 52Eles o adoraram.
Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. 53E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus. 


COMENTO:

A solenidade da ascensão do Senhor fortalece a nossa esperança e tem a função de nos orientar em nossa caminhada cristã. É a solenidade da comunhão plena com Deus e assim também a festa da comunhão plena com os irmãos que seguem Jesus. É momento de olhar para o que realmente é importante para nossa fé, a saber: a união de cristo a Deus, e assim diminuir nossas diferenças mesquinhas entre segmentos religiosos ou pensamentos diferentes.
O Evangelho de hoje é a finalização da narração de Lucas. É o fim da caminhada de Jesus junto a seus discípulos e o início de uma caminhada diferente da Igreja nascente. É a tentativa de conscientizar os seguidores de Jesus da missão que lhes espera. Tudo o que aprenderam com Jesus em vida é retomado e evidenciado. A responsabilidade dos discípulos é testemunhar isso tudo no mundo a começar por Jerusalém.
Jerusalém para o Evangelista Lucas é o ponto de chegada e o ponto de partida de tudo. No Evangelho Jesus faz uma caminhada com os discípulos com o desejo de chegar a Jerusalém que é o lugar do sofrimento, da cruz, mas também do cumprimento da missão. É também de Jerusalém que parte a Evangelização para o resto do mundo como vemos na narrativa dos atos dos apóstolos.
O trecho de hoje no Evangelho é a tomada de consciência disso tudo que todo  o discípulo precisa ter. Sem isso, não há evangelização fecunda, não há Reino de Deus. Jesus sobe definitivamente a Deus e entra no mundo de Deus. É a concretização da fé, da plena comunhão entre o Filho e o Pai. É a realização para todo o discípulo da certeza de um dia também fazer essa comunhão. É isso que vai levar a comunidade a caminhar fortalecida na fé.
A ascensão de Cristo é também nossa ascensão, é isso que nos ensinam os antigos cristãos e é isso que professamos em nosso credo. “ressuscitou e subiu aos céus , está sentado à direita do Pai”. É a fé da Igreja, mas é também a fé que professamos individualmente fortalecendo essa certeza de nossa ascensão.
Santo Agostinho nos ensina: “Assim como Ele ascendeu sem se afastar de nós, nós já estamos ali com Ele, também quando ainda não se tenha realizado em nosso corpo o que nos foi prometido”. Pela fé vivemos antecipadamente a ascensão testemunhando aqui e agora o que nos aguarda. É a vida plena vivida a cada momento de comunhão sendo a comunhão dos homens de fé a mesma comunhão de Jesus com Deus Pai.
Jerusalém é o lugar em que se testemunha o cumprimento da missão de Jesus, a ressurreição. É pois o lugar onde também se começa a testemunhar. Jerusalém aqui não é somente um lugar geográfico para o Evangelista, é o ponto de partida para toda missão. Missão essa que não vai ser cumprida de qualquer jeito, mas com a presença do Espírito Santo.
A força do alto que virá irá fortalecer os discípulos para que testemunhem plenamente a fé. Jesus se afasta dos discípulos mas ao mesmo tempo continua presente pelo Espírito. Cada ato, cada palavra será a continuação do que foi ensinado e a concretização do que espera todos os que tem fé. O Espírito é a força e a ascensão é o motivo que os leva a caminhar até os confins do mundo.
A segunda parte do Evangelho nos mostra Jesus em Betânia abençoando os discípulos e subindo aos céus. Todos se prostravam, mas depois voltavam para Jerusalém. É a separação física dos discípulos, mas a união plena espiritual. Voltam para Jerusalém, para a fonte da fé de todos eles, para a certeza que Jesus cumprira a missão e agora confiava a eles a continuidade da tarefa. Não voltam de qualquer forma, mas com a alegria da certeza de algo grandioso. É isso que  sempre motivou e motiva a Igreja.
Estar continuamente no templo louvando a Deus é estar sempre em oração relembrando o que foi aprendido e fortalecendo a fé para colocar em prática. É essa a dinâmica que a solenidade da ascensão nos oferece. Fortalecer nossa vida na fé e ao mesmo tempo continuar caminhando, evangelizando, amando.
É momento de toda a humanidade olhar para o céu e pela fé perceber Jesus entrando em comunhão com Deus. É momento de todos os cristãos perceberem a grandiosidade do que nos espera e acabar com as diferenças e unir as forças para o cumprimento da missão que Jesus nos deixou. O que nos une - a esperança da ascensão - é mais importante do que nos separa - nossas diferenças. Se entendermos isso teremos motivos de sobra para lutar com alegria por um mundo melhor e valeu a pena celebrar essa solenidade.

Boa semana a todos.
Padre Reginaldo Antonio Ghergolet.

postagem: Lucinéia Martim